Moinho

Picada Café, RS, 2014.
Durante muito tempo pensei que fosse normal admirar moinhos... eu fui aquacultor um dia, produzia peixes ornamentais em pequena escala para um produtor, mas muito mais do que os amadores poderiam imaginar. Sempre tive fascínio por água e pela vida que nela "reside". Depois trabalhei com bombas submersas e fiz sistemas hidráulicos muito complexos para um simples interessado. Tudo funcionava, com perfeição! Eu fiz sistemas que outros jamais foram capazes de mexer e que funcionavam sozinhos, renovando água com um simples apertar de botão, nivelando-se por conta. Sistemas que davam gostinho de ficar assistindo funcionando...
Um dia minha mãe disse que um de nossos antepassados, um homem de nome David, havia sido um construtor de moinhos. Eu achei pouco mais que curioso, e atribuí este meu interesse a um possível elo temporal que talvez seja passado pelo DNA, ou outra forma que ainda não compreendemos. Ainda assim, são apenas devaneios em "voz alta", mas já que na oportunidade lembrei, publiquei a foto desta bela roda dágua que vimos em Picada Café, distando cerca de 80 km de Porto Alegre, se tanto. Vale a pena pegar a estrada e conferir estes cenários... são históricos, talvez sejam pouco mais que histórias e sejam elos temporais!