"As flores de plástico não morrem!"


Em algum lugar do passado... estão as fotografia que fiz e guardei, mesmo que não fizesse diferença que fossem tiradas hoje ou amanhã. As flores, elas podem ser observadas hoje ou amanhã, em sua época. As flores apresentam estranha existência... sua beleza, colorido e perfume conduzem os ciclos da natureza dos animais, garantem alimento em troca de uma "reprodução" que conhecemos por polinização. As flores tem aspecto sedoso, brilho estranho que parece aveludado em alguns casos, cores vivas, simplicidade em outras exemplos.  As flores são presentes, símbolos do bem...
As flores morrem rápido, elas não duram como flores de plástico. As flores de plástico não tem brilho, perfume, "vivacidade" como as flores de verdade. As flores plásticas imitam algo impossível de imitado pelas mãos do homem... elas jamais terão "argumento" suficiente para pedir a mesma coisa! Já pensou presentear um amor com flores de plástico? 
Nós queremos dominar o indominável... nós queremos fazer o impossível e não aceitamos. "As flores de plástico não morrem" e tampouco exercem o mesmo fascínio. Elas não se comparam a coisa alguma feita pela natureza, de acordo com minha própria natureza.