Aniversário de Porto Alegre...

Clique para ampliar, fotografia de Roberto Furtado.
             Gostaria de ter todo este entusiasmo com relação ao aniversário de Porto Alegre. Vejo os jornais e colegas e, outras pessoas, falando como se tudo estivesse perfeito pelo simples fato da existência da cidade e suas belezas. De fato, cidade bela para uma metrópole. Prefiro pensar no aniversário de Porto Alegre como algo que deve ser refletido para melhorar. Em tempos de corrupção, talvez má gestão passe despercebida. Não... aos meus olhos, vejo por cima dos muros da cidade questões importantes. Da má administração aos problemas corriqueiros que se fortalecem com a desatenção. Vc já viu a epidemia de crack em nossa cidade? Vc já viu que metade das obras prometidas para a copa ainda não foram concluídas? Vc já viu a qualidade das ciclovias que foram entregues a população? Vc já viu todas as decisões da prefeitura que certamente rementem ao entendimento de que as decisões são favoritistas, evidentemente não para a população, mas sim aos interesses de empresários ligados de alguma forma a prefeitura. O que ganha a prefeitura com isto? Se falam mal de Sartori, dou razão, pior no caso de Dilma e Lula... pois um protege, outro rouba. E no governo desta cidade esta a decadência que é de responsabilidade do governo federal, governo estadual, e gestão municipal. Estamos extremamente mal atendidos... mas bato palmas para Porto Alegre. Alguns cidadãos merecem...
Deixo a imagem que realizei agora a noite... meu presente para hoje, para a posteridade e, quem sabe se o futuro me reserva novas palavras sobre Porto Alegre. 

Nephila Clavipes é o nome dela...


               A natureza é a existência de tudo que conhecemos... muito embora nos comportemos como se ela não fosse importante. Os recursos, todos, que possuímos, de alguma forma provém do que entendemos como natureza. Durante muito tempo ouvi minha mãe falar sobre Jacques-Yves Cousteau (1910-1997) e José Antônio Kroeff Lutzenberger (1926-2002)... me chamava a atenção justamente pq sabia que eu gostava destes assuntos. Nós vivemos em um mundo de copos plásticos... e assusta encontrar em redes de pescadores, copos plásticos presos e que foram trazidos pelas correntes. É uma gravidade assustadora...
Um dia me perguntaram pq eu fotografava animais... e fiquei alguns minutos na reflexão de um pq alguém pergunta isto. Para mim é tão óbvio como respirar... fotografar animais é garantir que possam sem observados no conforto de casa, fora de um período e/ou local de ocorrência. Talvez o fato mais importante sobre documentação fotográfica no campo da natureza seja garantir que saibamos que uma espécie existiu, pois estamos sim a largos passos da inexistência de muitas espécies. Quando vejo um animal fantástico como as aranhas, embora sejam um pouco temidas por nós, penso que se tratam de animais de simplicidade incrível... e ainda desta forma portadoras de complexas atividades. Construir uma armadilha é fato de uma atividade e as aranhas são realizadoras desta tarefa muito antes da consciência do homem a respeito da atividade de pesca. Sabedoria pode ser avaliada de muitas formas... como um animal desenvolve uma prática como esta de gerar armadilhas para animais alados? Acho que isto poderia sim ser visto de uma forma muito imatura nas reflexões de um leigo, talvez como um processo de sabedoria das aranhas. Elas, aos poucos, desenvolveram tais habilidades, ou surgiram quase que do nada e se tornaram pescadoras. Para mim importa o fato de que o homem copiou a aranha, que ao ver da espécie humana sugestiona incapacidade em tais animais, mas plágio é plágio. O direito de descoberta da atividade pertence as aranhas... quem chega e cria primeiro é o detentor das ideias, o outro, bom... aí foi apenas um copiador. Isto vale para textos, projetos, fotografias... há aquele que cria, há aquele que copia! És quem?

Nephila clavipes é a espécie que fotografei. Eu já havia percebido que são ótimas construtoras de teias, embora sejam suas tramas nada simétricas como outras que já observei. O que me deixa mais curioso sobre esta espécie é o fato de que ela é capaz de se desenvolver rapidamente, assim como construir rapidamente. Depois de um tempo, vc já observa que ela esta extremamente grande... então desaparece deixando para trás seu trabalho. O legado também se vai com o tempo... a teia desaparece. Tudo acontece em não mais de um ano... e no ano seguinte aparecem novamente, pequenas clavipes, que se tornam adultas e grandes, constroem suas teias, e novamente desaparecerão. É a vida... perfeita!

Nós... tudo muda!

Meninos voadores em Sapiranga...
         Tenho rodado muito... é a vida que sempre quis. Velocidade de lá pra cá... hoje aqui, amanhã ali, depois nem sei onde vou. Rotina é boa para alguns, muito complicado para outros. "Cada vida tem a sua estrada...", mas nem por isto os caminhos divergem ou de outra forma se afastam. Nós mudamos... muitos anos e nós não somos mais os mesmos, e creio que isto seja bom, pq ser a mesma coisa para o resto da vida não parece ser saudável. Como pode algo estático evoluir?
Bom, eu não sei nada da vida... discuto muito com amigos e família. Sei que a maior certeza é aquela dúvida que sempre vai e volta, e que de uma forma muito especial me traz mais uma peça para construção pessoal. Ficamos chatos aos olhos do outro... fiquei! Ficaste! Os trabalhos e as amizades mudaram... outras ficaram, algumas muito boas se perderam, outras melhores ainda estão próximas na distância. 
Depois de muito pensar... percebi que o sentimento é que não mudou. O sentimento se manteve firme... mas a felicidade foi embora com a chegada da rotina velha. Jota Quest fez coisas por nós... assim como Legião Urbana, mensagens! Tudo muda... algumas coisas não, mas quase tudo sim. Me peguei colocando coisas numa balança, quando vc veio e bateu em um dos lados. Claro que tudo desequilibrou... Eduardo e Mônica! Descobrimos a amizade em meio a brigas e "desalinhamentos", algo incomum nas relações, pois soubemos ouvir e falar. Agora, decidimos ir para lados opostos, esconder fotografias, separamos os amigos ao lado de que vieram antes dos caminhos serem cruzados. Objetos foram rejeitados, objetos foram agarrados de forma pacífica... "é meu? É seu! Pode ficar! Guarda pra ti! Dá pra alguém..."

Tchau... estou indo!
         
         Das coisas mais estranhas e difíceis que fiz na vida... foi dar tchau como se jamais houvesse passado. Foi ser tratado como se qualquer outro fosse mais amigo... 
Fiquei com o coração apertado de um jeito que jamais antes, abri a mão e deixei escapar o fio que segura o balão, tentei pegar de novo, não deu... aí olhei ele indo embora e pensei que era o certo! Uma vez pesquei um peixe e tive dúvidas se levava para casa ou se soltava... de tão bonito que achei. Então me apaixonei por ele... e percebi, que já que amar era permitir, deveria deixar ir para onde quisesse, e seguir meus passos para viver novas oportunidades do refletir. Tudo muito simples quando concluído... na prática parece mais difícil do que podia imaginar, diferente de tudo que já fiz. A diferença entre a vida e um eletrodoméstico é que este último se não for dominado vc joga no lixo sem nenhum pesar. Já a vida, com suas complexas e duplas linhas entrelaçadas, assemelhadas a um DNA, não podem sequer serem observadas e concluídas. Quando uma fração é compreendida... outra parte já se perdeu de vista. Assim, amores terminam mesmo quando há amor... complicado o lado mais possessivo do homem. Propriedade sobre pessoas... sabedoria é este sentimento aliado ao desprendimento. De outra forma... "Oi, vou bater a porta... toma a chave! Ligo pra vc na próxima semana pra resolvermos algumas coisas... cuide-se, mas não me ligue mais no fim do dia, precisamos nos acostumar. 
Agora que estou longe... e posso ir, tenho dúvidas se quero ir embora. Acho que vou... ainda não, mas o Brasil não é pra mim. Na hora certa... Acho que vou fechar meu coração, vou viver de paixão profissional, ser amador em amor, escolher só uma paixão! Dizem que uso muito reticências... sim! Elas falam da mesma maneira que o horizonte, como as junções das estradas e caminhos, elas deixam em aberto um novo mundo de incertezas. E diga-se de passagem, sentimentos são doídos e bons, de outra forma as pessoas já teriam desistido deles. Me casei com minha namorada... jamais repetirei este projeto. Namorada é relação muito especial para enjaular... deixa ela ir, pq então "ela vai voltar..."
Estou na estrada... do mesmo jeito. Escuto o assobio dos racks do carro com o vento, pneus que atritam com o asfalto, ponteiro que desce devagar com o volume de gasolina que queima. Fui pra praia... vi o mar com outros olhos. Fui no morro e havia homens voando como se usassem um tipo de bicicleta que os permite flutuar. os pneus giram sempre pra frente, mas me levam para lá e para cá. Vou e volto, sigo meus instintos e realizo minhas tarefas... mente ocupada é alívio. Nunca peguei tão firme no grip da câmera... nem por isto as fotos ficaram melhores, mas mais produtivas. Um temperinho sempre falta quando a gente esta aflito, aos poucos se supera... tanto a falta, quanto as dúvidas e receios, também outras perdas. Ganho experiência... não parece servir de nada agora, mas serve para a vida. Vou saber em alguns meses... assim espero. Não ia falar pra ninguém... mas só tinha vc pra conversar, então, amigo blog, guarda segredo. Não estou afim de comentários e nem de pitacos... foi só um desabafo, talvez passe por mais um devaneio. 

Nova Canon 80D promete qualidade superior com ISO mais elevado e maior resolução...

          Por vezes me arrisco nas críticas sobre os equipamentos fotográficos... no exercício profissional se consegue aplicar e utilizar algumas importantes funções da tecnologia. Por isto fiquei muito curioso sobre o lançamento da Canon 80D e resolvi fazer algumas observações. Anunciada em fevereiro de 2016, a Canon 80D já chegou ao mercado no exterior. O valor sugerido da Canon 80D nas eletronic shops e lojas especializadas gira em 1200 dólares. Ela apresenta algumas novidades vistas na 7D Mark II e outras câmeras da canon lançadas em 2015, porém em relação a anterior 70D se destaca pelos 45 pontos de foco, que na irmã mais velha este número era de 19 pontos. Aliás, a Canon 80D deve ter nascido precocemente, pois o lançamento entre a 60D e 70D teve período mais distante. Não fazia muito que a 70D havia sido lançada... e lógico que boas novidades surgiriam. Estes 45 pontos de leitura no caso de ambientes mais escuros e/ou com variações de luminosidade, também para o caso de uma fotografia esportiva, farão diferença. A resolução do lado maior passou de 5472, da 70D, para 6000 px da 80D. Isto pediu a aplicação de um processador mais moderno e ágil, pois de outra forma não seria possível manter a velocidade de 7 frames por segundo. Aliás, esperava mais velocidade de uma câmara cropada lançada em 2016, mas isto deve se apresentar na continuidade deste projeto... estou certo que a canon 90D, quando for lançada, não virá com menos de 8 or 9 frames per second no modo continuos drive. Considero realmente uma falha da canon manter a velocidade igual em modelo de mesma série, porém com atualizações na escala de evolução. 

A velocidade é importante...
A velocidade é uma questão importante para quem trabalha com esportes. É preciso ter uma máquina mais ágil para não perder o foco e para possuir mais opções em uma única trajetória do movimento. A canon 7D permanece sendo a melhor opção com valor acessível em relação seus adjetivos, possuindo um modo contínuo de 10 fotos por segundo. E a top Canon 1DX é excessivamente cara para muitos dos jobs brasileiros. Ainda mais agora que será lançada a 1 DX Mark II. É muito difícil ver este tipo de material nas mãos de fotojornalistas freelancer, e mais ainda nas mãos de profissionais de jornais. Muitos estão usando máquinas com conceito ainda cropado. O que é lamentável... mas também se observa que a qualidade das impressões no jornais não é boa mesmo. Então até faz sentido entregar um fusca para ruas que comportam até 40 km/h como limite. Só que qualidade é algo que se observa na tela dos monitores... e hoje, a maior parte dos acessos e leituras estão no mercado online. Bem, logo mais faço novas considerações... pra quem gosta!

Mais sobre perspectiva da minha estrada... ;)


Imagens do céu de Teresópolis, na zona sul de Porto Alegre. 
        

Aparecimento de aves incomuns em Porto Alegre?

Periquito do Encontro Amarelo, Brotogeris chiriri, Foto: Roberto Furtado / Diário do Andarilho.com
          Há dias estou acompanhando o bando de  psitacídeos que apareceu aqui na zona sul de Porto Alegre. De acordo com estudos, ao que parece, eles estão realmente um pouco fora da área comum de ocorrência. Isto pode inclusive ter sido motivado pelo clima, já que Porto Alegre anda mais quente nos últimos anos. Nem inverno rigoroso apareceu por aqui no último ano. Esta é a terceira oportunidade que tive de fotografar, embora mais uma vez estivesse a condição desfavorável para fotografia. Talvez seja possível ver que esta chovendo, no momento do clique. Esta árvore é uma nogueira tomada por ervas de passarinho e nela seguidamente vejo caturritas e papagaio, porém é a primeira vez que vejo também este periquito. Em especial, este exemplar, que de um bando de uma dúzia, é único com a cabeça amarela. Como realizo alguns trabalhos com fotografia de meio ambiente, de natureza, estou me dedicando a observação destas aves. Aqui do meu posto "avançado" de observação, tenho tido cliques na altura em que estão pousando as aves, favorecendo a imagem pelo ângulo. Estou apenas tendo azar com o clima e, já me ocorreu que talvez estas aves sejam mais ativas em períodos da manhã e final de tarde, ou em períodos nublados, pois é justamente quando as vejo. Não posso afirmar isto... mas estou considerando uma hipótese para flagrar outros momentos. 

Longa estrada... 40 anos de caminhada!



A vida... das coisas mais estranhas que fiz até hoje foi viver! Muito bom... a vida é sensacional! É um incrível jogo de verdade, onde vc será exatamente aquilo que quiser. A construção do seu existir é baseada no suor, nos seus amigos, nas pegadas que vc deixa para trás. Se me baseio de uma boa vida... de hoje olhando para a infância, fiz muitos acertos. Alguns errinhos, mas quem não os fez? Bateu o carro... bati! Ninguém se machucou? Não... deu sorte, agora cuida! Estou muito pensativo nesta prévia de completar 40 anos. Aliás, achava que alguém com 40 era velho... hoje acho que quarenta é um guri mais experiente. Deixei e fui deixado para trás... normal, é da vida! Entreguei todos os trabalhos que fiz... menos um, pq um colega deixou o hd cair no chão. O cliente é meu amigo... nem deu bola, também não cobrei, evidentemente. Estou na estrada sozinho... achei que iria ter familia própria, mas não! Não esta sendo tão ruim, descobri que a casa dos meus pais é o ninho mais seguro do mundo.
Fiz escolhas que poderiam ter tornado a vida mais difícil... mas fiz escolhas que não facilitaram em nada algumas aventuras. Peguei as piores estradas que alguém escolheria, sem ter um tracionado! Por outro lado, as dificuldades da estrada me fizeram um bom piloto de uno. Escolhi pescar peixes difíceis... pesquei menos que muitos, mas pesquei com um sabor muito maior. Eu pedalei por 18 horas, praticamente sem interrupção, foram 300 km... disse ao um colega que estava bem e que faria mais 100 km se fosse preciso. Neste dia me senti um super herói... achei que nunca ia ser um bom fotógrafo, mas hoje sou considerado. Um dia um amigo me disse que eu deveria dar importância ao modo como eu escrevia, pq ele via um cronista melhor do que um fotógrafo. Um dia eu disse que não queria aprender inglês, hoje sinto uma falta dele... e só o que penso é passar uns 4 meses no exterior. Eu disse um dia que minha casa ia ser uma barraca, e nela morei por uns 3 dias, mas me senti livre como se fosse a vida inteira. Eu queria ter virado fotojornalista antes... muito antes, pq isto era a minha felicidade, e o trabalho que eu tinha antes disto jamais me fez feliz.
Descobri que minha vitalidade motora chegou ao seu ápice, mas acabei percebendo que minha mente supera qualquer dificuldade física. Eu dobro a dor, eu encurto caminhos, eu engano a mentira e levanto a verdade. Eu sou de verdade... não sou fake. Amo minha família, meus amigos, separei alguns muitos em uma caixa para onde irei muitas vezes, outras, certamente, jamais voltarei. A gente aprende a escolher... estou numa paz de espírito que nunca tive... uma razão de valorizar gente por seus feitos, por seus carinhos e olhares, por suas palavras verdadeiras, por seus gestos incorretos e honestos. Meu nome verdadeiro esta escrito no topo deste perfil, sou chamado de Beto, Betão, Andarilho. Quando moleque meu apelido no colégio era Índio, no outro virou Haole. Estou escrevendo um livro há 8 anos, clicando outro por 6 anos. Escrevi, talvez, milhares de crônicas, algumas boas, a maioria bem fraquinha, mas no volume aprendi que algumas coisas são especiais. Eu tenho um amigo que diz me conhecer de outra vida... tenho outro que não lembra de mim pq tinha 4 anos, assim como eu. Tenho outro que fiz pedalando, tem idade para ser meu pai, sempre me liga. Tenho dois tios que não são de sangue, mas me chamam de sobrinho...
Já me machuquei feio algumas vezes... caí da árvore, desmaiei, outra, de bicicleta, mas não desmaiei. Eu tinha enxaqueca... uma vez pensei que ia morrer de tanta dor na cabeça, vomitei! Sobrevivi... a gente sobrevive. Eu tenho um monte de fotógrafos amigos... sou um sortudo. Um deles me disse que a gente pensa que vai morrer quando esta com dor, mas a gente não morre. A única vez que pensei que ia morrer e não tive dor, tive medo... as coisas no mar precisam estar sob controle, uma vez saíram completamente. Fora de controle e com a energia esgotada... tinha tudo pra morrer, mas estava sem força, não sem cérebro. Foi aquela vez que dobrei a morte... a gente pensa que vai morrer, mas não morre. Isto é uma coisa que a gente aprender quando tem 40 anos. Eu só penso na vida... coisa mais boa que já me deram! Vou aproveitar ao máximo...

Reconectando depois de muito mau tempo...

Céu de Ipanema durante a chegada de uma das tormentas. Foto: Roberto Furtado

Foto: Roberto Furtado
             Fiquei afastado algum tempo aqui deste e dos demais blogs... na verdade estava com dificuldades pessoais, muito trabalho e problemas técnicos. Agora, tudo voltou para o lugar... e me vou em direção das coisas que posso e sei fazer. Peço desculpas por minha temporária ausência...  voltei com força total e nada vai me impedir. Estou reconectado... o mau tempo veio, deixou estragos temporários, mas me levantei e agora estou prevenido! ;)
A primeira imagem é do céu de Ipanema durante  segundo temporal que atingiu porto Alegre... O primeiro, dias antes, havia deixado centenas de árvores no chão. Foram muitos estragos, mas felizmente, ao que parece, tudo esta voltando ao normal para a cidade. Embora muitas árvores tenham se partido...